Transportes públicos sujeitos esta semana a operações ‘stop’

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Díli- O Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) autorizou na passada sexta-feira (08/05) a circulação de transportes públicos. Vários técnicos procederão à inspeção de todos os veículos públicos que circulam em Díli para deteção de eventuais irregularidades.

“Dialoguei com as linhas ministeriais e a polícia. Mostraram-se disponíveis para nos ajudar. Levarão, por isso, a cabo, na próxima segunda-feira, várias operações ‘stop’ em diferentes locais de Díli”, adiantou o ministro dos Transportes e Comunicações, José Agostinho.

O ministro afirmou que terão lugar várias operações ‘stop’ em diferentes pontos da capital, decisão saída após um encontro efetuado entre o seu ministério e a Unidade de Trânsito da Polícia Nacional de Timor-Leste.

Apesar de informações vindas a públicos de que os preços em viagens entre municípios sofreram um aumento, ainda não foram emitidas orientações por parte do ministério nesse sentido.

“O Governo não emitiu ainda qualquer circular que anuncie o aumento dos preços dos transportes públicos. Apesar disso, autorizou já a livre circulação destes transportes, incluindo os autocarros vindos dos municípios”, disse o Ministro do MTC, José Agostinho, ao Timor Post, no Ministério das Finanças, em Aitarak Laran.

De acordo com a observação do Timor Post junto ao terminal de passageiros em Becora, os condutores dos autocarros que fazem os trajetos entre Díli e Baucau e Díli, Viqueque decidiram aumentar os preços, uma subida que teve como justificação os preços dos combustíveis.

Evaristo Pereira, condutor de um autocarro de Baucau, disse ter fixado o valor do bilhete a oito dólares, um aumento de 100%.

“Tive de aumentar de quatro para oito dólares o preço dos bilhetes. Considero normal [a subida]”, disse.

No que diz respeito aos autocarros que fazem o trajeto entre Díli e Suai, continuam a não circular por falta de passageiros.

José Lino, condutor do autocarro Díli-Suai referiu, por seu turno, que, embora tenha mantido o preço de 15 dólares, não trabalhou devido à quebra no número de passageiros durante o estado de emergência. (jxy)

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