SPTL contesta decisão do MEJD em manter suspensão do ensino presencial

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Foto TATOLI

DÍLI (Timor Post) – O Sindicato dos Professores de Timor-Leste (SPTL) e as autoridades do Posto Administrativo de Metinaro contestam a decisão do Ministério da Educação, Juventude e Desporto (MEJD) em manter a suspensão das aulas presenciais numa altura em que Díli já desconfinou, após o Governo ter posto fim ao confinamento obrigatório na capital.

“As escolas submeteram já os dados relativos à vacinação completa dos professores segundo as instruções do MEJD. Por isso, não há nenhum motivo para o ministério suspender as atividades presenciais. É incompreensível que o Governo tenha decidido retomar todas as atividades, menos o ensino presencial”, disse o Presidente do SPTL, Francisco Fernandes, no passado domingo (12/09), ao diário Timor Post, via telefone.

O dirigente pediu, por isso, ao MEJD que procure uma solução que minimiza os estragos causados pela decisão do Executivo.

Já o Administrador do Posto Administrativo de Metinaro, Júlio Norberto, sugeriu ao MEJD que desse instruções às escolas para que retomem o processo de aprendizagem presencial.

“Estou preocupado com a decisão tomada pelo Governo.  Vê-se milhares de pessoas a circularem livremente nos públicos, como mercados e jardins, enquanto os estabelecimentos de ensino se mantêm fechados. Dá até a sensação de que o ministro quer que os alunos fiquem em casa”, lamentou o administrador.

Também o Chefe do suco de Wenunu, Simão Mendonça, contesta a decisão do Governo em manter suspensas as aulas presenciais, sublinhando o trabalho notável que as escolas têm feito na prevenção da covid-19. (ono)

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