Quarenta professores do Técnico-Vocacional frequentam formação para desenvolver guião de educação

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DÍLI-O Ministério da Educação, Juventude e Desporto (MEJD) e a Comissão Nacional de Timor-Leste para UNESCO (CNTLU) iniciou, esta quinta-feira (01/10), uma formação nacional de três dias junto de 40 professores do Ensino Secundário Técnico-Vocacional para criarem um Guião da Educação Vocacional de Turismo.

“Esta formação é dirigida ao técnico-vocacional e pretende que os professores desenvolvam as suas competências nas áreas do turismo e receção, comunicação e marketing e em inglês. São no total 40 professores”, afirmou o Secretário Interino da CNTLU”, Francisco Barreto, em Vila Verde Díli.

Segundo o responsável, esta formação dirige-se aos professores das escolas técnico-vocacionais dos municípios de Díli, Ermera, Liquiçá, Bobonaro, Manatuto, Baucau, Manufahi e Covalima.

Francisco Barreto recordou que 24 professores já frequentaram uma primeira formação para a elaboração deste guião.

“Constatámos as necessidades dos estudantes e dos professores e, por isso, aumentámos o número de professores para que estes possam chegar aos alunos de cada escola”, afirmou.

Também o Diretor Nacional do Ensino Técnico-Vocacional do MEJD, João Maupelo, destacou a importância desta formação para os professores de modo a que os seus estudantes possam adquirir competências e ter acesso ao mercado de trabalho.

“É importante investir na formação, nomeadamente nas escolas técnico-vocacionais de hotelaria e turismo. É preciso também dar formação e capacitação aos professores em todas as áreas”, afirmou.

Segundo o diretor, além deste parceiro, o MEJD está a trabalhar, entre outros, com o Instituto de Formação de Docentes e Profissionais da Educação (INFORDEPE) de modo a que os docentes tenham acesso a outros cursos de formação.

“Estas oitos escolas não são apenas de Díli, mas também de alguns municípios onde existem os cursos de hotelaria e turismo”, afirmou.

João Maupelo recordou igualmente que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, em inglês), já tinha facultado, em Jacarta, na Indonésia, uma primeira formação.

“Esta é uma segunda fase de formação. Alguns professores já frequentaram a primeira formação em Jacarta”, disse. (isa)

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