Posto Administrativo de Vera Cruz entrega dados de 9.514 agregados familiares

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DÍLI- O Administrador do Posto de Vera Cruz, Octávio Vieira Amaral, entregou, esta terça-feira (05/05), dados de 9.514 agregados familiares dos sete sucos às autoridades do Município de Díli para a atribuição do subsídio de 100 dólares às famílias mais carenciadas.

“Já me reuni com o Presidente da Autoridade do Município de Díli. Hoje, é a data limite de recolha dos dados e apresentação ao Município de Díli. Temos um total de dados de 9.514 famílias de todos os sete sucos e 48 aldeias, residentes permanentes e provisórios”, disse o Administrador do Posto de Vera Cruz.

O responsável recordou que, depois da entrega destes documentos, o Ministério da Administração Estatal e o Ministério da Solidariedade Social e Inclusão poderão proceder ao pagamento.

“Considerámos as famílias carenciadas temporárias, porque, apesar de não terem cartões de residência em Díli, são dos municípios. É o caso dos estudantes e trabalhadores. Estas pessoas não podem regressar para os seus municípios, pois ainda estamos no estado de emergência e não há transportes públicos”, afirmou.

Já no Posto Administrativo de Na’in Feto as autoridades locais ainda estão a levantar os dados.

“Já conseguimos registar metade dos agregados familiares. Cada família deve entregar a sua ficha ao chefe de aldeia. Pedimos aos chefes de suco que entregassem os documentos para que possam ser remetidos às autoridades do Município de Díli”, afirmou o administrador deste posto administrativo, Tomás Alberto Braz.

Segundo o responsável, os dados serão enviados às autoridades do município de Díli no dia 08 de maio.

“Os chefes de aldeia estão a esforçar-se muito para levantar estes dados, mas, às vezes, demoram muito, o que dificulta o nosso trabalho”, afirmou.

O administrador destacou também as dificuldades que os líderes locais deste posto administrativo enfrentam no levantamento dos dados dos sete sucos e 71 aldeias.

“Os chefes de suco receberam orientações relativas ao levantamento de dados, nomeadamente de que registam apenas os agregados familiares que pertençam ao suco. Os dos municípios devem registar-se nos seus locais de origem. Contudo, algumas famílias residem há muito tempo cá, mas ainda não se registaram e isso atrasa o nosso trabalho”, sublinhou.

O responsável acrescentou que podem ser incluídos habitantes temporários, mas a decisão da aceitação depende das autoridades do município.

O Administrador de Dom Aleixo, Tomás Barros, afirmou ainda que terão de finalizar o levantamento dos dados nestes três dias para que a 08 de maio posam ser entregues às autoridades do município.  (isa)

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