PM pede a CFP reforma na administração pública

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DÍLI- O Primeiro-Ministro, Taur Matan Ruak, pediu, esta sexta-feira (03/07), à Comissão da Função Pública (CFP) que implementasse uma política de reforma na administração pública, nomeadamente no que toca à descentralização dos recursos humanos.

“Deve haver uma reforma administrativa. Já tinha falado com o Presidente da Comissão da Função Pública sobre a resistência dos funcionários públicos em trabalhar nos municípios. Espero que, no meu mandato de dois ou três anos, não haja resistência, pois já prestaram juramento. A lei diz que, para quem não quer [trabalhar fora da capital], as portas estão abertas para a saída”, afirmou o Chefe do Governo, no encontro de preparação para a comemoração do 6.º aniversário do Dia Nacional da Função Pública, em Aitarak-Laran.

Segundo o Chefe do Executivo, esta reforma na administração pública permitiria desenvolver o país em várias áreas essenciais.

Já o Presidente da Comissão da Função Pública, Faustino Cardoso, comprometeu-se a implementar reformas, referindo também a necessidade de racionalização dos recursos humanos na administração pública.

“Há também um outro aspeto importante, a racionalização dos funcionários públicos em termos de quantidade e qualidade. Devemos agora apostar na qualidade dos funcionários em vez da quantidade. O Chefe do Governo deu hoje orientações nesse sentido para que prestássemos atenção à qualidade e não à quantidade”, disse.

Para o responsável, devem ser alteradas “a visão, pensamento e mentalidade da administração pública para que o Estado se aproxime da população e atinja os seus objetivos”.

“O Chefe do Governo recordou alguns valores e princípios sobre as questões da sustentabilidade financeira, eficiência, eficácia, reforma nas áreas que o Estado já tinha definido”, acrescentou.

O comissário lembrou também o apelo de Taur Matan Ruak à função pública, nomeadamente aos diretores-gerais e aos titulares de cargos de chefia, de que promovessem o mérito, melhorando, assim, o trabalho e os resultados.

“É preciso continuar a motivar os funcionários nas bases para que desempenhem bem as suas funções”, disse. (isa)

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