Perfuração de poços petrolíferos no Suai sem causar impacto ambiental

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Presidente da AMPN, Florentino Soares Ferreira

DÍLI (Timor Post) – A Autoridade Nacional do Petróleo e Minerais (AMPN) garantiu que as atividades de perfuração de poços petrolíferos no Suai, Município de Covalima, a cargo da empresa Timor Resources, não irá causar nenhum impacto ambiental.

“A Timor Resources compromete-se a garantir que o projeto não causará nenhum impacto ambiental nem qualquer contratempo à comunidade, conforme o Plano de Gestão Ambiental delineado pela empresa”, disse o Presidente da AMPN, Florentino Soares Ferreira, ao Timor Post, no sábado (16/10), via telefone.

Segundo Florentino Ferreira, a AMPN, enquanto reguladora, pretende monitorizar a execução das perfurações dos poços petrolíferos de acordo com a lei orgânica da instituição. Além disso, refere que a autoridade vai averiguar se a Timor Resources preenche todos os requisitos associados à segurança e saúde.

Afirmou, por outro lado, que todo o processo está na reta final, aguardando apenas a verificação e validação da terceira fase que diz respeito aos equipamentos de perfuração.

“Vamos também observar com detalhe todo o desenho traçado na atividade de perfuração de poços petrolíferos para não provocar nenhum impacto ao solo”, explicou o presidente da AMPN.

De acordo com Florentino Ferreira, o processo de avaliação ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA) tem uma duração de apenas 50 dias, conforme a lei e o enquadramento legal que vigoram atualmente.

“Acabamos por gastar mais tempo, visto ser a primeira vez que é levada a cabo atividades de perfuração de poços petrolíferos na área terrestre (onshore)”, afirmou.

Recorde-se que a AMPN atribuiu, no dia 06 de julho de 2021, a licença ambiental à empresa Timor Resources, na sequência de um processo de avaliação levado a cabo entre 2017 e 2018.

“Emitimos na altura a licença ambiental referente à categoria A, de acordo com as boas praticas seguidas pela empresa petrolífera”, informou o responsável da AMPN.

Florentino acrescentou, por último, que no processo de avaliação, estiveram envolvidos não só membros da Comissão Avaliadora do Ministério do Petróleo e Minerais (MPM) como os da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA). (jho)

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