Município de Díli com 16 casos de dengue desde início de janeiro

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Díli- A Diretora-Executiva do Serviço de Saúde do Município de Díli, Agostinha Segurado, revelou esta terça-feira (21/01) que a instituição registou 16 casos de dengue desde o início de janeiro deste ano.

A responsável disse que o Serviço de Saúde do Município de Díli tem na sua posse todos os dados referentes aos 16 pacientes infetados por dengue que se encontram atualmente nas unidades de saúde do município.

“Registamos, desde a chegada das primeiras chuvas, na primeira semana deste mês, 16 pacientes com dengue. A recolha dos dados foi obtida nas unidades de saúde do município, designadamente no Centro de Saúde de Vera Cruz, Maternidade de Fatumeta e o Hospital Nacional Guido Valadares (HNGV)”, afirmou a diretora-executiva, em declarações aos jornalistas, no Bairro da Formosa, Díli.

A diretora referiu ainda que dos 16 pacientes, três são oriundos dos municípios de Ermera e Liquiçá.

Segundo Agostinha, enquanto 13 pacientes apresentavam sintomas compatíveis com o dengue, como febre alta e dores intensas, os restantes tinham febre hemorrágica da dengue.

A responsável afirmou ainda que o Serviço de Saúde do Município de Díli tem atuado no sentido de divulgar e partilhar informações junto dos vários órgãos de comunicação social, apelando à população que mantivesse os locais limpos e saudáveis.

“A nossa intervenção é chamar a atenção da população para que promova a saúde. Fazemos, pois, um apelo a todas as pessoas para que cuidem do seu lugar, garantindo a limpeza, evitando a acumulação de lixo”, referiu.

A diretora fez ainda um apelo a toda a população que adotasse medidas de prevenção para travar a proliferação dos mosquitos, como a lavagem dos tanques de água duas vezes por semana.

Apelou ainda aos residentes para não ficarem em casa, caso sintam sintomas de febre, náuseas ou dor de cabeça e se dirigirem ao centro de saúde mais próximo.

“A população tem de se habituar a usar repelente, rede mosquiteira e usar roupas compridas, principalmente as crianças, grávidas e idosos, pois são as franjas da população mais vulneráveis para a contração da doença”, sublinhou. (jry)

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