MS promete resolver atraso do suplemento remuneratório a mais de 200 profissionais de saúde

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Díli – A Diretora-Geral da Prestação de Serviços de Saúde em Timor-Leste, Odete Viegas da Silva, disse que o Ministério da Saúde (MS) resolverá em breve o atraso na atribuição do suplemento remuneratório a mais de 200 profissionais de saúde que estiveram na linha de frente  na prevenção da covid-19, durante os primeiros períodos do estado de emergência.

Segundo Odete Viegas da Silva, entre os profissionais de saúde, alguns acabaram por receber apenas uma parte do total do suplemento, enquanto outros ainda não viram a luz ao fundo do túnel, continuando a aguardar pelo subsídio.

Face ao constrangimento, a diretora-geral pediu aos profissionais em causa que não manifestassem descontentamento, pois anunciou que foi já enviada a lista onde constam os seus nomes para que o pagamento seja processado o mais breve possível.

“Esperamos que o dinheiro seja, brevemente, transferido para a conta bancária de cada um destes profissionais”, disse aos jornalistas, nesta segunda-feira (30/11), no Bairro da Formosa.

Questionado sobre as informações atualizadas relativas à situação epidemiológica no país, a responsável recordou que Timor-Leste está atualmente sem casos de novo coronavírus e ainda mantém os 30 confirmados que já recuperam, após terem recebido cuidados médicos no Centro de Saúde de Vera Cruz.

“Agradecemos à nossa nação, uma vez que conseguimos conter este vírus. Temos, no entanto, de manter o alerta junto da nossa comunidade, pois o número de casos confirmados na nossa vizinha Indonésia tem subido de forma gradual. Então, é importante que continuemos em estado de emergência de modo a impedir as entradas ilegais nos postos fronteiriços”, afirmou.

Segundo Odete Viegas, a manutenção do estado de emergência permite ao Governo manter o controlo das entradas das pessoas no país em termos de saúde, através do confinamento obrigatório nos centros de quarentena.

“Esperamos que possamos, em breve, dispor da vacina contra o vírus para aliviar o peso na sua contenção.Apesar disso, as operações de vigilância no que toca às entradas de pessoas em Timor-Leste será mantida”, concluiu. (res)

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