MS paga mais de dois milhões de dólares a hotéis e empresas de catering

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Ilustração

DÍLI- O Ministério da Saúde (MS) procedeu já ao pagamento a 25 hotéis e 36 empresas de catering que forneceram refeições aos diversos centros de quarentena e de isolamento.

Cerca de metade dos mais de dois milhões de dólares americanos despendidos foi canalizada para as unidades hoteleiras e a outra metade para o catering.

“Estabelecemos, no ano passado, contratos com 25 unidades hoteleiras. Efetuámos, na altura, o seu pagamento no valor superior a um milhão de dólares americanos. Ainda restam pagar seis mil dólares”, afirmou o Diretor Nacional do Aprovisionamento do MS, Nélson Guterres Castro, esta sexta-feira (26/03), no seu escritório, em Caicoli, Díli.

Segundo Nélson Castro, o ministério contratou neste ano outras 13 unidades hoteleiras.

O responsável afirmou, por outro lado, que o ministério foi forçado a contratar mais sete unidades de alojamento, fruto da subida gradual de casos ativos.

“Quanto às empresas fornecedoras ou de catering, contratámos, no ano passado, 36 empresas. Contudo, temos, neste momento apenas quatro no ativo. Efetuámos igualmente o pagamento a estas empresas fornecedoras num valor superior a mais de um milhão de dólares americanos”, afirmou.

Questionado sobre o atraso no pagamento, quer a empresas fornecedoras quer a unidades de alojamento, o dirigente referiu que o ministério procederá, nos próximos meses, ao seu respetivo pagamento.

“O pagamento não é feito de uma só vez, mas de forma parcial. Após recebermos as faturas, processamos de imediato o pagamento. Os atrasos que surgiram deveram-se à falta de documentação”, disse.

Nélson Guterres Castro alertou ainda para o facto de as unidades de alojamento e as empresas de catering terem obrigatoriamente de entregar as listas de todas as pessoas que estiveram alojados nas diferentes unidades ao Ministério da Saúde.

O procedimento inadequado levado a cabo por responsáveis do aprovisionamento e o facto de determinadas fornecedoras terem entregado alimentos alegadamente já estragados foram outros fatores apontados pelo Diretor Nacional do Aprovisionamento do MS para justificar o atraso no processo de pagamento. (isa)

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