MS mantém coordenação com importadores e distribuidores de medicamentos

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Díli – O Ministério da Saúde (MS) mantém a coordenação com as empresas importadoras e distribuidoras de medicamentos no país para garantir o stock e segurança destes fármacos junto da população.

A Diretora-Geral da Prestação de Serviços de Saúde do Ministério da Saúde, Odete Viegas, recordou que este ministério realiza anualmente um encontro de avaliação com as empresas do ramo para assegurar que os medicamentos são importados em número suficiente e garantir a sua qualidade.

“Procuramos melhorar ainda mais os mecanismos de coordenação para fazermos com que entrem os fármacos pedidos pelo ministério e os importadores e distribuidores fazem parte deste trabalho”, disse esta sexta-feira (08/11) Odete Viegas aos jornalistas, no Palácio das Cinzas, em Caicoli.

Segundo a dirigente, a reunião focou-se no regulamento e requisitos necessários que estas empresas têm de cumprir.

A diretora explicou, deste modo, que, de acordo com o decreto n.º 12/2004, são vários os requisitos que as atividades farmacêuticas no país têm de preencher para o licenciamento, sendo que o incumprimento destas regras resulta em contraordenações, coimas ou mesmo suspensão ou encerramento destas empresas.

De acordo com a diretora, trabalham com o ministério 21 empresas de importação e 24 de comercialização de medicamentos.

O diretor da Clínica e Farmácia Betsheda, Melki, contou, por sua vez, que, embora cumpram os requisitos impostos pelo ministério, são várias as dificuldades com que estas empresas se debatem.

“São frequentes os obstáculos, mas coordenamo-nos com o Ministério da Saúde”, disse.

Um desses problemas prende-se, segundo o diretor da clínica, com a necessidade de documentos da indústria farmacêutica e das pequenas quantidades que precisam de importar para Timor-Leste. (res)

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