MS apela a cidadãos para manterem cumprimento de regras de Estado de Emergência

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DÍLI- O Vice-Ministro da Saúde, Bonifácio Maucoli dos Reis, apelou aos cidadãos que mantivessem o cumprimento das regras de execução do VIII Estado de Emergência (EE) para prevenir um eventual surto pandémico do novo coronavírus.

Bonifácio dos Reis afirmou ainda que, como instituição do Governo, o Ministério da Saúde (MS) tem por competência assegurar a política de saúde e bem-estar da população, devendo, como tal, chamar a atenção de todos para que cumpram as regras do EE decretado pelo Presidente da República.

“Mantemos o nosso apelo a toda a gente para que, durante esta cerimónia e ali fora, continuem a cumprir os padrões de distanciamento social e físico, utilização de máscaras e lavagem de mãos com o intuito de prevenir uma propagação da covid-19”, disse o vice-ministro, na passada sexta-feira (18/12), aos jornalistas, no Centro de Convenções de Díli (CCD).

O governante recordou ainda que o Governo, em reunião extraordinária do Conselho de Ministros, aprovou mais um decreto-lei apresentado pelo Primeiro-Ministro, Taur Matan Ruak, sobre as medidas de execução do VIII do Estado de Emergência conforme o decreto do Presidente da República N.º 70/2020, de 3 de dezembro, como resposta à pandemia da covid-19.

“O Estado de Emergência desta fase abrange todo o território nacional e entrou em vigor às 00h00 de 04 de dezembro até às 23h59 do dia 02 de janeiro de 2021”, frisou.

O vice-ministro realçou ainda que as medidas de execução são semelhantes às anteriores, relembrando que todos os cidadãos, no território nacional, devem manter o distanciamento social e físico e a lavagem das mãos, especialmente quando se encontram nos estabelecimentos públicos e comerciais.

“Mantemos a obrigatoriedade de todas as pessoas que entram no ou saem do território serem sujeitas ao controlo sanitário, isolamento profilático [quarentena] e testes da covid-19”, sublinhou.

Destacou ainda que as despesas relativas à quarentena nos estabelecimentos de saúde pública, residências ou centros de isolamento privados são pagas pelo próprio. Já os cidadãos nacionais ou estrangeiros que entram ou saem ilegalmente do país, além das coimas, pagam as despesas de confinamento obrigatório. (res)

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