MS ainda sem data para chegada da vacina AstraZeneca a Timor-Leste

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DÍLI- A Diretora-Geral da Prestação de Serviços de Saúde do Ministério da Saúde (MS), Odete Viegas, disse que o ministério ainda não recebeu informações acerca da data prevista para a chegada da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca a Timor-Leste.

 “Ainda não recebemos nenhuma informação até à manhã de hoje. De acordo com o calendário, o transporte da vacina deveria ter tido lugar anteontem. Contudo, esperamos que amanhã ou no dia seguinte possamos obter novas informações e divulgá-las a todos”, disse a dirigente, esta quarta-feira (24/03), à margem da reunião do Conselho de Ministros, em Aitarak-Laran, Díli.

A responsável recordou que, de acordo com o programa do MS, a administração dos 20% da vacina da AstraZeneca está agendada para o próximo dia 07 de abril.

“Se a vacina chegar como o previsto, avançaremos com a sua administração a 07 de abril. No entanto, se houver atraso, teremos de ajustar o calendário”, referiu.

Segundo Odete Viegas, a equipa de saúde continua a sensibilizar as autoridades locais de todos nos municípios sobre a importância da vacinação para a garantia da imunidade de toda a população.

“O Ministério da Saúde divulgará a campanha da vacinação a ser implementada em todo o território por meio de mensagens de telemóvel e pelos diferentes órgãos de comunicação social. Um atraso na chegada da vacina permitirá dar mais tempo ao ministério para preparar adequadamente os locais bem como os equipamentos necessários para a administração”, afirmou.

De acordo com a dirigente, nesta primeira fase, a vacina, será apenas administrada a pessoas com idades entre os 18 e os 60 anos.

“Os especialistas estão neste momento a fazer estudos em relação à vacinação a menores, jovens abaixo dos 17 anos, idosos, grávidas e mães que amamentam. Este estudo poderá levar seis meses até ser concluído”, sublinhou.

Recorde-se que 20% das vacinas são adquiridas gratuitamente por intermédio da Covax Facility, iniciativa liderada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), enquanto os restantes 80% estarão a cargo do Governo timorense, que prevê um custo de 15 milhões de dólares americanos. (isa)

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