MI e PNTL devem dar prioridade a Unidade de Patrulhamento da Fronteira

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DÍLI – O Ministério do Interior (MI) e o Comando-Geral da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) deverão criar condições adequadas para os membros afetos à Unidade de Patrulhamento da Fronteira (UPF), pede o Diretor da Fundação Mahein (FM), João Almeida.

Segundo o responsável, a UPF tem enfrentado vários constrangimentos, nomeadamente no que se refere à questão da falta de alimentação, situação que tem obrigado aos membros a pedirem empréstimos aos proprietários dos quiosques.

“Penso que a resposta dada pelo MI não foi realista, pois não condiz com a situação vivida junto à zona fronteiriça”, referiu João Almeida ao Timor Post, esta quarta-feira (16/12), no seu local de trabalho, no Fomento.

Acrescentou que, apesar do notável trabalho desenvolvido pelos elementos da UPF, têm sido em parte postos de lado por parte do Governo.

Na mesma linha, o Comandante-Geral da PNTL, o Comissário Faustino da Costa, mostrou-se preocupado com a situação precária vivida atualmente pelos membros da UPF junto à fronteira.

“A situação é deveras preocupante. É, pois, necessário acudir aos problemas que afetam os nossos elementos, principalmente os que estão destacados nas regiões de Maliana e Suai”, disse Faustino da Costa.

Apesar deste constrangimento, o comissário afirmou que se mantém a estreita cooperação entre a UPF, Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL) e os comandos municipais da polícia. (f10)

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