MESCC cria equipa para supervisionar universidades que não cumprem regras sanitárias

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Longuinhos dos Santos

DÍLI (Timor Post)– O Ministério do Ensino Superior, Ciência e Cultura (MESCC) decidiu criar uma equipa de peritos para proceder à verificação e monitorização das instituições de ensino superior em Timor-Leste quanto ao cumprimento das normas de prevenção da covid-19 impostas pelo Governo.

O Ministro do Ensino Superior, Ciência e Cultura, Longuinhos dos Santos, disse que o atual Governo se mostra deveras preocupado com a saúde pública, nomeadamente no seio da comunidade académica.

Segundo o governante, caso as instituições universitárias não cumpram o regulamento do Estado, o ministério tomará medidas que visam a aplicação de sanções.

“O ministério do ensino superior deu já instruções a uma equipa de peritos para monitorizar e apurar se existe ou não situações de incumprimento por parte de instituições universitárias. Caso haja incumprimento, o Executivo avançará com sanções”, afirmou Longuinhos dos Santos aos jornalistas, esta terça-feira (06/07), em Caicoli.

O governante insistiu que o MESCC atribuirá sanções às universidades que não cumprirem à risca as normas sanitárias em resposta à crise pandémica provocada pela covid-19.

O ministro adiantou, entretanto, que o MESCC endereçou já uma missiva ao Ministério da saúde a anunciar brevemente a reabertura das escolas.

“Enviei já uma carta ao Ministério da Saúde, anunciando a decisão de reativar o mais breve possível o processo de aprendizagem no modelo presencial”, adiantou.

O Executivo acrescentou que, caso a comunidade escolar, professores, funcionários e alunos, tenha  já sido vacinada contra a covid-19, o MESCC emitirá uma circular a anunciar a retoma das aulas presenciais.

“Julgo que poderemos reabrir as escolas já no próximo mês. Estamos preparados para receber os alunos em segurança, pois dispomos de todo o material de proteção individual para impedir o contágio do vírus. Por isso, insisto que todos deverão tomar a vacina para prevenir o risco de transmissão da covid-19”, concluiu.  (ono)