MESCC apela às universidades que devolvam o resto dos subsídios de propinas aos cofres do Estado

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Longuinhos dos Santos

DÍLI (Timor Post) – O Ministro do Ensino Superior, Ciência e Cultura (MESCC), Longuinhos dos Santos, pediu às instituições do ensino superior e universidades, tanto privadas como públicas, que devolvessem o resto dos subsídios de propinas dos estudantes aos cofres do Estado.

O ministro proferiu estas declarações relativamente aos subsídios concedidos pelo Governo aos estudantes do ensino superior durante a cerca sanitária e o confinamento domiciliário obrigatório.

O governante afirmou que as instituições do ensino superior estão a efetuar a devolução dos subsídios em conformidade com o limite de tempo determinado pelo MESCC.

“O ministério determinou 90 dias para as universidades devolverem os subsídios e mais 15 dias para a elaboração e apresentação dos relatórios. Tudo isto deverá acabar no dia 30 de outubro deste ano, antes de o MESCC ponderar a possibilidade de um novo pagamento para o segundo semestre caso as atividades letivas sejam suspensas também pelo Governo”, disse Longuinhos, esta quarta-feira (25/08), aos jornalistas, no Palácio do Governo.

O Reitor do Instituto de Tecnologia de Díli (DIT, em inglês) Álvaro Menezes Amaral, disse, por seu turno, que a distribuição dos subsídios atingiu já 75% do total de estudantes, que é superior a 3.500.

“O Ministério das Finanças transferiu, em julho, o fundo para as propinas e o DIT está a efetuar o pagamento. Mais de mil estudantes ainda não receberam os seus subsídios, mas garanto que o DIT irá concluir o pagamento de acordo com o calendário determinado pelo MESCC”, afirmou Álvaro Amaral.

O responsável recordou também que o Governo aprovou um teto de 150 dólares americanos para cada estudante. Contudo, o valor das propinas no DIT é diferente, dependendo do departamento de cada aluno.

“Alguns estudantes pagam apenas 120 dólares americanos enquanto que outros 250. Isto significa que uns usufruem de 30 dólares e outros têm de acrescentar 100 aos subsídios concedidos para poderem pagar as suas propinas”, concluiu. (ono)

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