MEJD precisa de um sistema de base de dados integrado

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Díli – O Ministério da Educação, Juventude e Desporto (MEJD) necessita de um sistema de base de dados integrado para delinear mais facilmente o seu plano de trabalho, disse a Diretora-Geral da Política do Planeamento e Inclusão, Odília das Dores Ung Martins.

Segundo a responsável, é fundamental que o MEJD venha a possuir uma base de dados que seja “eficaz, credível, atualizada, transparente e amigável para os seus utilizadores” de modo a poder traçar adequadamente o seu plano orçamental e a política educativa.

“O objetivo da criação da base de dados é melhorar a qualidade de educação, como está explícito no panfleto – Melhorar a qualidade de edução através da sua qualidade de dados”, afirmou a diretora-geral, na terça-feira (22/09), no Hotel Novo Turismo, em Bidau.

Odília Martins referiu ainda que, apesar de o MEJD dispor atualmente de três bases de dados, designadamente os sistemas de Informação de Gestão de Educação (EMIS, sigla inglesa) e de  Gestão de Pessoal (PMIS, em inglês) além da do ensino recorrente, a direção pretende adquirir mais um sistema que possa integrar todos os outros e permitir efetuar o controlo e a coordenação.

A responsável lembrou igualmente que, de acordo com os dados do EMIS de 2019, existem 1.834 escolas e 392.178 estudantes da educação pré-escolar ao ensino secundário em Timor-Leste, tanto público como privado, número este que atesta que cerca de 30% da população timorense tem acesso à educação.

A diretora-geral recordou, por fim, que o MEJD tinha aprovado, em maio de 2020, a política das novas tecnologias de informação e comunicação que visava desenvolver o sistema tecnológico, com a instalação de novas infraestruturas tecnológicas e o apoio a técnicos. (ono)

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