MAPCOMS ainda sem informações sobre atribuição de subsídio de 60% a comunicação social

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Díli- O Ministro dos Assuntos Parlamentares e Comunicação Social (MAPCS), Francisco Jerónimo, disse ainda não ter ouvido nenhuma informação de empresas ligadas à comunicação social que não tenham recebido o subsídio de 60% prometido pelo Governo para os trabalhadores.

“Não recebi ainda nenhuma informação sobre a questão em causa. Vocês [os jornalistas] insistem sempre que tudo deve ser rapidamente resolvido, mas peço-vos que deem uma oportunidade aos governantes para efetuarem o seu trabalho”, disse o ministro, esta segunda-feira (06/07), aos jornalistas, depois de participar no plenário, no Parlamento Nacional (PN).

O governante referiu ainda que, caso os dirigentes ligados à comunicação social reduzam o subsídio de 60% para os trabalhadores, a responsabilidade será da empresa e não do Governo.

“Cabe ao Governo apenas pagar o montante previsto na lei. Se houver algumas empresas que ainda não receberam este apoio, serão pagas depois do processo de verificação”, referiu.

Francisco Jerónimo informou ainda que, nos seus encontros regulares com o Primeiro-Ministro, serão abordadas todas as questões relativas à comunicação social.

Atraso do subsídio para linha da frente deve-se a demora de verificação de documentos

Questionado sobre o atraso no pagamento do subsídio a algumas equipas da linha da frente no combate à covid-19, o ministro disse que este se deve à demora na verificação de documentos relativos ao apoio.

“É evidente que algumas equipas da linha da frente [no combate à covid-19] ainda não receberam o apoio. No entanto, a verificação [dos documentos] mantém-se para garantir que o subsídio chega às mãos daqueles que o merecem, em conformidade com a legislação”, garantiu.

Em relação ao apoio remuneratório destinado aos jornalistas envolvidos nas equipas da linha da frente,  Jerónimo assegurou que foram já enviadas as listas destes profissionais ao Ministério das Finanças.

“Temos de definir adequadamente quais os membros da linha da frente. A fase de identificação já terminou e enviámos já [os documentos] ao Ministério das Finanças para efetuar o pagamento”, referiu.

Segundo Francisco Jerónimo, cabe aos órgãos de comunicação social identificarem os nomes dos seus empregados, sobretudo os daqueles que foram enviados para o Centro Integrado de Gestão de Crise. (kyt/flo)

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