Mais de 60 timorenses reiniciam formação de língua coreana em Casa da Cidadania

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DÍLI- Mais de 60 jovens timorenses reiniciaram, esta segunda-feira (27/07), a formação de língua coreana, na Casa da Cidadania, em Colmera, depois de mais de três meses em que as aulas pararam devido à crise sanitária no país.

O curso pretende preparar estes candidatos para um exame que se realizará no próximo mês de setembro e que dará acesso a uma vaga de trabalho na Coreia do Sul.

“O embaixador tomou a iniciativa de nos contactar para organizar um curso de dois meses, que pretende preparar os jovens que querem realizar um teste em setembro. Se forem aprovados, poderão trabalhar na Coreia do Sul”, afirmou a Fundadora do Centro Quesadhip Ruak, Isabel Ferreira, esta segunda-feira (27/07), em Colmera, Díli.

Segundo a fundadora, o Embaixador da Coreia do Sul em Timor-Leste, Lee Chin Bum, tomou a iniciativa de reiniciar o curso graças a voluntários sul-coreanos da embaixada e timorenses que se disponibilizaram para dar formação após todos os formadores terem regressado ao seu país devido à crise provocada pela covid-19.

“Os formadores já foram todos para o seu país. O embaixador disponibilizou-nos os seus funcionários da embaixada e formadores timorenses que falam bem esta língua. A embaixatriz [sul-coreana] coordenará esta atividade. Ainda não temos uma data fixa para estes jovens irem para a Coreia do Sul. Alguns já foram aprovados no teste, mas ainda não foram trabalhar devido a esta situação da covid-19”, acrescentou.

Também o embaixador sul-coreano confirmou o regresso dos formadores ao país.

“Esta formação começou a ser lecionada pelos voluntários da KOIKA [Agência Internacional da Coreia], que regressaram todos para a Coreia do Sul devido à situação provocada pelo novo coronavírus”, disse, recordando que a retoma do curso se deve ao apoio dos funcionários desta embaixada e a formadores timorenses.

O diplomata pediu ainda aos jovens que respeitassem os horários de formação, pois, caso não o façam, não poderão frequentar o curso.

Lee Chin Bum sublinhou também que, se os voluntários sul-coreanos regressarem a Timor-Leste no próximo ano, poderão ser reiniciadas outras formações. (isa)

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