‘Lú Olo’ elogia trabalho das F-FDTL na estabilidade do país

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DÍLI– O Presidente da República e Comandante Supremo das Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), Francisco Guterres ‘Lú Olo’, elogiou, no domingo (02/02), o trabalho realizado pelas forças armadas timorenses para a estabilidade do país.

“Como Presidente da República e vosso Comandante Supremo, cumprimento todos os que servem nas estruturas das Forças de Defesa e felicito-vos pelo profissionalismo e dedicação que diariamente colocam ao serviço do país, num trabalho constante de proximidade ao cidadão e de defesa do interesse nacional”, afirmou o Chefe de Estado, na cerimónia do 19.0 aniversário das F-FDTL.

‘Lú Olo’ considera os princípios e valores dos antigos combatentes exemplos para os militares das F-FDTL e todo o país.

“O espírito das FALINTIL é um legado de honra e de glória. Por isso, é de suma importância reconhecer e alimentar os princípios, valores e ensinamentos deixados pelos antigos combatentes junto do poder e dos cidadãos, dos professores e estudantes, pais e filhos”, disse.

Segundo Francisco Guterres, todos os cidadãos têm obrigação de assegurar e proteger a paz e estabilidade nacional.

“Timor-Leste é obra de todos os timorenses. Temos obrigação de honrar o seu legado e de saber projetar para o futuro. Hoje somos um país soberano, com uma Constituição baseada na dignidade da pessoa humana e vontade popular empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária”, insistiu.

“Um país que está em vias de consolidar as suas fronteiras, de fácil relacionamento com outros povos e culturas, respeitado pela comunidade internacional e empenhado em contribuir para a segurança e a paz mundial”, acrescentou.

‘Lú Olo’ pediu ainda às forças armadas que mantivessem o trabalho em prol da estabilidade do país.

“Qualquer nação livre e soberana necessita de manter as forças armadas para assegurar a defesa militar, com meios próprios ou no quadro de alianças assumidas, contra qualquer agressão ou ameaça externa”, afirmou.

De acordo com o Chefe de Estado, as forças armadas constituem-se também como a identidade de um país.

“A escolha efetuada em 2002 de transformar uma força de guerrilha numa força militar convencional, de cariz nacional, ao serviço da sociedade, e subordinada ao quadro político constitucional, constituída por um quadro de profissionais, competentes, preparados e motivados, foi uma decisão estratégica adequada aos interesses do país”, lembrou. (isa)

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