Jurista e académico pedem a Taur demissão da Ministra da Saúde

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Padre Júlio Crispim

DÍLI (Timor Post) – Um jurista e um académico pediram ao Primeiro-Ministro, TaurMatanRuak, que demita imediatamente a Ministra da Saúde (MS), Odete Maria Freitas Belo, por considerarem não ter responsabilidade pela vida dos timorenses.

O pedido foi feito na sequência de 773 cidadãos terem recebido a vacina da AstraZeneca “estragada”.

“Segundo a Constituição e justiça, a ministra não respeita a dignidade humana. A governante não viola apenas a lei, mas também o princípio do Estado. Por isso, o Chefe do Governo deve exonerá-la. A Governante não pode brincar com a vida do povo”, disse o jurista Júlio Crispim ao Timor Post, na passada sexta-feira (13/08), via telefone.

Para o jurista, o Ministério da Saúde defendeu apenas “o poder e o cargo”.

“Lutámos, durante a ocupação, para salvarmos a vida do povo em detrimento do poder, cargo e dinheiro. Porque é que o Ministério da Saúde administrou a vacina da AstraZenecadanificadaà população?”, questionou.

O Reitor da Universidade da Paz (UNPAZ), Adolmando Soares Amaral, disse, por seu turno, que as pessoas vacinadas com a AstraZeneca “estragada” devem apresentar queixa contra a MS por “violar o princípio da vida humana”.

O académico defendeu, como tal, a importância de o Executivo fazer uma política que assegure a vida dos cidadãos, em vez daquela que “mata o povo”.

“O Primeiro-Ministro demitiu a ex-Vice-Ministra da Saúde, Élia Amaral. Por isso, o Chefe do Governo pode tomar a mesma medida contra a atual Ministra da Saúde”, concluiu.(jry)

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