Inundações provocam danos em 25 escolas do país

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DÍLI – Os dados recolhidos pela Direção Nacional da Ação Social Escolar do Ministério da Educação, Juventude e Desporto (MEJD) apontam para 25 escolas danificadas pelas cheias ocorridas na madrugada do passado domingo, sendo que oito apresentam estragos consideráveis, disse o responsável desta instituição, Joaquim Martins.

Segundo Joaquim Martins, dos 25 estabelecimentos escolares do ensino básico ao secundário, oito sofreram danos consideráveis, nove alguns estragos e os restantes danos ligeiros.

“Fazem parte da categoria grave em termos de prejuízos, as escolas secundárias-gerais 5 de Maio e 4 de Setembro, as EBC Sérgio Vieira de Mello e Manleuna, as EBF Fatuhada e Casnafar. Constam ainda uma escola em Baguia e outra do ensino Técnico-Vocacional de Hera”, afirmou Joaquim Martins, em declarações aos jornalistas, esta quarta-feira (07/04), em Vila Verde.

“Quanto àquelas que sofreram alguns danos, considerados moderados, estão as EBF de Aimutin, Nú Laran, Bebonuk e Beduku, as escolas secundárias-gerais 10 de Dezembro, Finantil, São Francisco, em Dare bem como as EBC 10 de Dezembro e São José Has Laran. Já entre as escolas que sofreram muito poucos estragos incluem-se  as EBF de Aimutin, Acadiru Hun, Massaur, Bemori, Meti Aut e Metinaro”, acrescentou.

Também as EBF de Manatuto e Liquiçá, como refere o responsável, sofreram danos avultados.

“Em Manatuto, as salas de aula estão ocupadas pelos habitantes desta zona. Já a EBF de Liquiçá encontra-se completamente destruída, tendo perdido toda a documentação da escola e dos alunos”, sublinhou.

O dirigente salientou, contudo, que o MEJD está a cooperar com a Secretaria de Estado da Proteção Civil para disponibilizar meios à população mais afetada pelas inundações.

Fez ainda um apelo aos bombeiros que apoiassem toda a comunidade escolar nas operações de limpeza o mais breve possível por forma a retomar as atividades letivas.

Na mesma linha, Manuel Verdial, o diretor da ESG 5 de Maio, em Becora, disse que o estabelecimento escolar se encontra parcialmente destruído à semelhança das cheias ocorridas no ano anterior.

“O muro da escola caiu. O recinto bem como todas as salas de aula, incluindo as dos professores e dos computadores, estão enlameados. Além disso, não podemos efetuar a limpeza devido à imposição da cerca sanitária e do confinamento obrigatório em Díli”, referiu. (ono)

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