Governo timorense lança vistos de Negócios e Laboral para trabalhadores de Bayu-Undan

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DÍLI- O Ministério do Interior lançou, esta sexta-feira (21/08), o Visto de Negócios e o Visto de Regime Laboral e Migratório Especial Aplicável ao projeto Bayu-Undan.

“Hoje, realizámos um lançamento dos vistos de Negócios e do de Trabalho para os trabalhadores da petrolífera Santos, em Bayu-Undan. Ainda não tínhamos antes estes vistos. É a primeira vez que fazemos o lançamento para que os possamos aplicar a quem quer trabalhar em Timor-Leste”, afirmou o Vice-Ministro do Interior, António Armindo, à margem do lançamento destes vistos, em Vila Verde, Díli.

Relativamente aos vistos de Negócios, o governante afirmou que estes se destinam aos que pretendem investir em Timor-Leste, podendo candidatar-se ao visto de primeira classe investidores que permaneçam no país entre dois a seis meses.

“A segunda classe terá uma validade de dois anos, o que lhes permite fazer negócios em Timor-Leste”, acrescentou.
Quanto aos vistos laborais, segundo António Armindo, a petrolífera Santos poderá pedir os vistos em linha, entregando o pedido à Direção Geral do Serviço de Migração e encaminhando-o para a Secretaria de Estado da Formação Profissional e Emprego (SEFOPE) para verificar os documentos.

Também o Ministro Coordenador dos Assuntos Económicos, Joaquim Amaral, destacou a importância destes vistos.

“A regulação daqueles com atividades económicas no país e dos investidores implica o pagamento de taxas, o que permite arrecadar verbas para os cofres do Estado. Começamos a melhorar o nosso ambiente de negócios e a mostrar esforços de controlo dos trabalhadores estrangeiros no nosso país”, afirmou.

Segundo o ministro, é preciso melhorar o ambiente de negócios e a legislação para que se possa atrair investimento e mão de obra do estrangeiro para Timor-Leste.

“Estamos ainda a elaborar e rever a legislação das atividades económicas e do Serviço de Registo e Verificação Empresarial (SERVE), que são parte da reforma que o Governo introduziu e, por isso, estas leis poderão ser amigáveis e flexíveis”, acrescentou.

Estiveram presentes, neste evento, o Vice-Ministro do Interior, António Armindo, o Ministro Coordenador dos Assuntos Económicos, Joaquim Amaral, o Presidente da Autoridade Nacional do Petróleo e Minerais (ANPM), Florentino Ferreira, o Presidente da petrolífera Santos, José Lobato, e os funcionários do Ministério do Interior. (isa)

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