Governo não deve preocupar-se com Cesta Básica, mas com fronteiras

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DÍLI – Júlio Aparício, académico da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e (UNTL), pediu ao Governo que não se preocupasse com o programa Cesta Básica, mas antes com as zonas da fronteira devido ao elevado número de mortes com covid-19 em Betun, em Atambua, Indonésia.

“Peço ao Governo que preste atenção máxima às zonas fronteiriças para evitar a movimentação ilegal em vez de se preocupar com a distribuição da Cesta Básica. Se esta doença entra em Timor-Leste, podemos morrer todos”, disse Júlio Aparício ao Timor Post, esta quarta-feira (27/01), no seu local de trabalho, em Caicoli.

Júlio Aparício afirmou ainda que o Executivo deve aumentar o número de efetivos da polícia e das Falintil- Forças de Defesa de Timor-Leste na zona da fronteira e criar subsídios para estes elementos.

O académico alertou ainda para a necessidade de se prestar atenção à questão da segurança nos municípios de Bobonaro, Covalima e Oé-Cusse, onde não existe um controlo apertado das fronteiras.

Jornalista Júlio Salinas Soares

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