Fundação Oriente realiza atelier de artes para crianças

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DÍLI– A Fundação Oriente dinamizou, este sábado (01/08), um atelier de artes para as crianças com o objetivo de desenvolver competências cognitivas, socio-afetivas e a criatividade.

O evento, que teve lugar no espaço exterior da fundação, contou com a presença de inúmeras crianças que puderam dar largas à imaginação, expressando a sua criatividade. Quem marcou presença teve ainda oportunidade de visitar a exposição “Memórias e Encontros” de Inu Bere.

A delegada da Fundação Oriente, Joana Saraiva, destacou a importância deste atelier para o desenvolvimento de competências nas crianças ligadas às artes em contexto de crise sanitária provocada pela covid-19.

“A ideia desta atividade é trazer mais público às exposições de arte para que as crianças possam familiarizar-se com a arte, nomeadamente contactarem com a pintura de Ine Bere, assim como a música”, disse a responsável, em Bidau Lecidere.

Joana Saraiva lembrou ainda o facto de a esmagadora maioria das crianças ter ficado em casa durante o período de estado de emergência devido à covid-19.

“As crianças e as famílias, juntos, puderam usufruir deste espaço para realizar várias atividades, como ouvirem histórias contadas pelo grupo de Haktuir Ai-Knanoik, visitarem a galeria para que tivessem contacto direto com as obras e, cada uma delas, produzisse o seu próprio trabalho”, acrescentou.

Zinha Araújo, mãe de uma das crianças, elogiou, por sua vez, a iniciativa, salientando o desenvolvimento de competências por parte dos mais novos.

“Esta atividade é fundamental para o desenvolvimento das crianças. São atividades bem diferentes e que fazem com que a criança possa desenvolver a parte cognitiva, mas também a social, graças à interação com as outras”, disse a mãe.

Zinha de Araújo sugeriu ainda a realização de mais iniciativas deste género por forma a contribuir para a aquisição de novas ferramentas por parte das crianças.

“Díli deve promover mais atividades lúdicas deste género junto das crianças.  Quanto mais houver, melhor”, afirmou. (isa)