Fretilin pede cooperação entre entidades para responder a situação de calamidade no país

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DÍLI – A bancada do Partido da Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (Fretilin) pediu as todas as entidades que trabalhassem em conjunto para responderem à situação de calamidade provocada pelas cheias que assolaram, este último domingo, Díli, causando pelo menos 34 mortes e milhares de desalojados.

O Chefe da bancada da Fretilin, o deputado Francisco Miranda Branco, aproveitou a ocasião para homenagear todas as vítimas das cheias e inundações ocorridas em todo o território nacional, em particular Díli.

“Apresentamos as nossas sentidas condolências às famílias enlutadas por causa dos desastres naturais que vitimaram os seus entes queridos. As cheias provocaram estragos significativos em habitações e em várias infraestruturas. Muitas pessoas perderam bens materiais, outras acordaram alagados com a água pelo pescoço. Infelizmente, outras acabaram por perder a vida”, disse Francisco Branco, esta terça-feira (06/04), no plenário do Parlamento Nacional.

O parlamentar elogiou a iniciativa de várias entidades, como líderes comunitários, Proteção Civil, bombeiros, Ministério da Solidariedade Social e Inclusão (MSSI), Instituto de Gestão e Equipamentos (IGE), Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL), Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL) e empresários que prestaram apoio humanitário às vítimas das cheias.

“Os chefes de sucos e aldeias estão a esforçar-se para ajudarem as vítimas. Toda a comunidade se organizou para ajudar nas limpezas e na cozinha de modo a remover todos os destroços e lama que ficaram amontoados nos bairros. Elogio as madres por se terem deslocado aos locais mais afetados, prestando total apoio. Todos juntos poderemos ultrapassar esta situação tão difícil que deixou marcas no país e no povo”, referiu.

O deputado lembrou ainda que a Fretilin abordou, no Parlamento, a questão do plano de ordenamento, plano urbano assim como do sistema de drenagem para mitigar os efeitos causados pelos desastres naturais.

“Neste momento, não é tempo para falarmos, mas tempo para trabalharmos juntos para responder à situação de calamidade que o país enfrenta atualmente”, afirmou.

Francisco Branco apelou à população em geral que fosse criada uma unidade nacional para responder com prontidão e eficácia a situações de calamidade semelhantes às que ocorreram no passado domingo.

“Não podemos apontar o dedo uns aos outros, pois a atual situação obriga-nos a permanecer juntos para fazermos face a esta situação dramática bem como à crise sanitária provocada pela covid-19”, concluiu. (jry)

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