EUA e TL comprometem-se a reforçar cooperação na área militar

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Foto Espesial

DÍLI (Timor Post) – Os governos dos Estados Unidos da América (EUA) e de Timor-Leste (TL) comprometem-se a reforçar a cooperação na área militar.

A Secretária-Adjunta de Defesa dos EUA para o Sul e Sudeste Asiático, Lindsey W. Ford, falava na passada quinta-feira (11/11), aos jornalistas, à margem da audiência, no Quartel-General das F-FDTL, em Fatuhada, Díli.

A governante referiu que teve um encontro com o Ministro da Defesa (MD), Filomeno da Paixão de Jesus, e o Chefe do Estado-Maior-General das FALINTIL-Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), o Tenente-General Lere Anan Timur, para falarem sobre a questão em causa.

“Reuni-me com o Ministro da Defesa e o Chefe do Estado-Maior-General das F-FDTL e discutimos a criação de  uma parceria entre ambos os países. Falámos igualmente sobre o reforço da nossa cooperação bilateral na área de defesa, além dos desafios enfrentados por Timor-Leste e EUA”, disse Lindsey Ford.

Afirmou ainda o firme compromisso dos EUA em prestar auxílio a Timor- Leste na reabilitação do aeroporto de Baucau num montante de 10 milhões de dólares americanos.

“Com a reabilitação do aeroporto, pretendemos dar assistência às F-FDTL para o estabelecimento de uma componente aérea que visa controlar o território, monitorizar os desastres naturais e promover o desenvolvimento económico. Aguardamos que esta parceria se solidifique nos próximos anos com base num espírito de respeito mútuo, amizade e cooperação em prol do bem-estar dos cidadãos”, frisou a Secretária-Adjunta de Defesa dos EUA.

Já o Chefe do Estado-Maior-General das F-FDTL, o Tenente-General Lere Anan Timur, disse corroborar com as declarações da chefe da delegação norte-americana na Ásia.

“Agradeço o apoio dos EUA ao Estado e Governo timorenses, sobretudo às F-FDTL. Disse-lhe que a língua oficial de Timor-Leste é portuguesa, mas os nossos oficiais falam o inglês. Isto pode ser um orgulho para os EUA. Apesar de termos falado sobre a necessidade de assistência a Timor-Leste, não significa que estejamos a pedir esmolas”, referiu Lere.

“Como é sabido, os países desenvolvidos e poderosos, como a América e a China, têm a responsabilidade e o dever de ajudar os países mais pequenos e em dificuldades, na consolidação da paz, progresso e desenvolvimento”, concluiu. (mj1)

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