ESGP 5 de Maio de Becora ainda sem equipamentos sanitários preparados

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Díli – A Escola Secundária Geral Pública 5 de Maio de Becora ainda não disponibilizou os recursos sanitários para a prevenção do novo coronavírus, embora já se tivessem começado algumas atividades escolares, admitiu o diretor, Manuel Verdial. Garantiu, no entanto, que, assim que as aulas comecem, os recursos para higienização serão reinstalados.

“Temos equipamentos e artigos [sanitários] completos, como sabão e desinfetantes, mas não os podemos agora colocar lá fora, pois as atividades letivas ainda não foram iniciadas. Receio que  desapareçam, antes de iniciarmos as aulas”, afirmou.

A Diretora Nacional do Ensino Secundário Geral do Ministério da Educação, Juventude e Desporto (MEJD), Joana Belo, disse, por sua vez, que foram já levadas a cabo ações de fiscalização em algumas escolas de Díli, principalmente nas secundárias, para verificar e garantir que estas preenchem todos os requisitos sanitários impostos pelo Ministério da Saúde e Organização Mundial de Saúde.

“Fiscalizámos já sete escolas secundárias na capital. Os recursos sanitários nestes estabelecimentos de ensino estão preparados, pois tinham sido já utilizados no ano passado. Fizemos só uma reverificação”, disse.

Segundo a responsável, a grande maioria das escolas secundárias de Díli dispõe de todos os equipamentos de higienização para a proteção da covid-19, por isso o MEJD orientará os dirigentes escolares para os reinstalarem e porem em funcionamento.

De acordo com os dados apurados pelo jornal Timor Post, os estudantes na capital começaram, no dia 13 de janeiro, a regressar à escola, mas não cumprem as regras do estado de emergência, principalmente no que diz respeito ao uso de máscara, ao distanciamento físico e à lavagem das mãos, embora haja tanques de água e sabonetes logo na entrada principal.

Já o Ministro da Educação Juventude e Desporto, Armindo Maia, disse que, ainda que as atividades letivas, desde a educação pré-escolar ao ensino secundário, tenham início na próxima semana, a 18 de janeiro, poderão ser adiadas, dependendo das condições sanitárias de cada escola.

“O calendário escolar prevê que as aulas comecem a 18 de janeiro, mas a abertura vai depender dos preparativos [dos recursos sanitários] nas escolas. Os professores podem ir lá agora para efetuarem a limpeza e organizarem as salas de aula”, afirmou o ministro aos jornalistas, na quarta-feira (13/01), no Palácio do Governo.

O governante sublinhou, por fim, que o calendário vale para todas as escolas públicas e privadas. (ono)

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