Entradas clandestinas devem-se a lacunas na UPF

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DÍLI (Timor Post)– A Fundação Mahein considera que as lacunas na Unidade de Patrulhamento de Fronteiras contribuem para o aumento das entradas e saídas ilegais.

“As pessoas aproveitam as falhas das autoridades policiais para atravessarem a fronteira de forma clandestina”, disse o diretor da Fundação Mahein, João Almeida, ao Timor Post esta segunda-feira (23/08).

A UPF enfrenta falta de recursos humanos e logísticos. Segundo a Fundação, todos os postos da Unidade de Patrulhamento de Fronteiras debatem-se com o mesmo problema.

O responsável informou igualmente que, além das entradas e saídas ilegais via terrestre, há também atividades de contrabando pelo mar, destacando, por isso, a necessidade de uma intervenção imediata por parte do Governo.

Recorde-se que a Polícia da República Indonésia (POLRI) deportou recentemente 164 membros dos grupos de artes marciais de PSHT que se deslocaram àIndonésia de forma clandestina para realizarem a graduação de faixa.

De acordo com a sala de situação do Centro Integrado de Gestão de Crise, três dos deportados apresentaram sintomas idênticos aos da covid-19.

Estes membros de PSHT estão, neste momento, a cumprir quarentena em Díli e serão posteriormente sujeitos a processo judicial. (ven)

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