EE e covid-19 não podem ser politizados

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DÍLI­- O Coordenador do Programa da Advocacia da Associação HAK, Xisto Ximenes, pediu aos partidos que não politizassem as questões do sexto estado de emergência e de situações associadas à covid-19.

“Os partidos políticos não podem politizar determinadas situações. Se os políticos pretendem libertar o povo, então têm de pensar em adotar medidas importantes na educação, saúde e água canalizada. Em contrapartida, caso não revelem capacidade para identificar as necessidades do povo, isto representa uma catástrofe para os políticos”, disse Xisto Ximenes, aos jornalistas, esta sexta-feira (02/10), após a abertura do livro “História da Resistência do Povo Rotuto Same”, no Centro Nacional Chega (CNC), ex-comarca de Balide.

“Não falo no partido A ou B, mas nos partidos de A a Z que têm de ter orientações claras no sentido de libertar o povo da pobreza. Os quatro aspetos fundamentais a terem em conta são a saúde, agricultura, educação e infraestruturas básicas, neste momento em debate nos Orçamentos Gerais do Estado de 2020 e 2021”, frisou.

“Pensamos que os deputados deveriam ler as recomendações da sociedade civil e da HAK que incidem na aposta em setores chave como a educação, saúde e agricultura. Recordo que, no passado, tanto a educação como a agricultura não ultrapassaram os 4% do Orçamento Geral do Estado”, salientou.

Segundo Xisto Ximenes, caso o Governo queira avançar com medidas de recuperação nacional da economia, será necessário alocar verbas para as quatro áreas consideradas prioritárias. Caso contrário, os próprios políticos estarão a “desrespeitar os direitos humanos”. (mji)

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