Clarícia Lay preocupada com consequências económicas do chumbo do OGE

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Díli – A proprietária do Supermercado Jacinto, Clarícia Lay, revelou esta quinta-feira (23/01) que, desde o chumbo do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2020, a 17 de janeiro, o número de clientes tem vindo a diminuir.

“Há menos compradores depois do chumbo do OGE”, afirmou a gestora ao Timor Post, no seu local de trabalho, em Culu Hun, garantindo, no entanto, que não serão despedidos trabalhadores.

Clarícia pediu também aos empresários que colaborassem com o Governo para desenvolver a economia do país. Mostra-se, contudo, preocupada com o chumbo do OGE por considerar que o desenvolvimento económico em Timor-Leste poderá vir a ser afetado, trazendo consequências nefastas para os empresários.

“Sem a aprovação do OGE, quem sairá prejudicado com toda esta situação é o setor privado. Como é que conseguimos dinheiro? Sem isto a economia do país vai retroceder. O povo deve usufruir deste orçamento para que o dinheiro circule e se apoie a sustentabilidade económica”, referiu.

Segundo a responsável, caso o OGE não seja aprovado nos próximos tempos, poderá pôr em causa a vida dos trabalhadores timorenses. (oro)