Centro de Saúde de Bobonaro com dificuldades em atender cidadãos que atravessam a fronteira ilegalmente

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DÍLI – O Diretor do Serviço de Saúde do Município de Bobonaro, João Batista Mau Cardoso, disse que os profissionais de saúde continuam a disponibilizar tratamentos à comunidade, no entanto, é complicado atender os cidadãos que atravessam ilegalmente a fronteira. O transporte para a quarentena e o isolamento são as maiores dificuldades.

“Estamos com dificuldades em atender os viajantes ilegais. Estamos a isolar mais de 100 pessoas na quarentena Gor de Maliana, mais de 30 no antigo Hospital e os restantes na quarentena de Batugade”, informou João Cardoso ao Timor Post, esta segunda-feira (30/08), via telefone.

O responsável afirmou ainda que há suspeitas de que estes cidadãos possam estar infetados com a variante Delta da Covid 19. Acrescentou ainda que estes cidadãos cruzaram a fronteira de forma ilegal, para voltarem às suas residências.

“Entre os 33 cidadãos em quarentena, sete têm a vacinação completa. Por isso, cumprem apenas cinco dias de quarentena. Caso testemos duas vezes e o resultado der negativo, podem regressar à sua residência. Já os cidadãos sem vacinação completa, têm de cumprir 14 dias quarentena”, referiu.

O dirigente adiantou também que a maioria dos cidadãos que atravessam a fronteira ilegalmente não estão vacinados, mas o serviço de saúde do município já sensibilizou os cidadãos em quarentena que vão ser trazidas vacinas para lhes serem administradas.

“Planeamos que quando os cidadãos tiverem cumprido a quarentena, recebam a vacina contra a covid-19”, concluiu o diretor do Serviço de Saúde do Município de Bobonaro. (res)

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