Associação das Parteiras de Timor-Leste pede mais ações de formação

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Díli – A Associação das Parteiras de Timor-Leste (APTL) pediu ao Ministério da Saúde que fossem promovidos mais programas de formação para as parteiras timorenses de modo a que possam melhorar o seu trabalho.

O apelo foi feito pela Vice-Presidente da APTL, Márcia Soares, nesta sexta-feira (07/08), em Bidau.

Segundo a responsável, integram-se atualmente na APTL 782 profissionais.

“A nossa grande preocupação é a maioria dos nossos membros não ter ainda acesso a qualquer formação. Pedimos, por isso, ao Governo que preste atenção a este assunto. É necessário serem realizadas várias ações de capacitação destinadas às nossas parteiras”, pediu Márcia Soares ao Timor Post, no Hospital Nacional Guido Valadares.

De acordo com a dirigente, todas as parteiras devem ter acesso aos programas de capacitação promovidos pelo Centro de Formação de Cuidados de Emergência Obstétricos e Neonatais (CEmON).

“Uma parteira não pode frequentar formação duas ou três vezes, pois as que estão a trabalhar nas áreas rurais não tiveram oportunidade. Isto, para mim, é um problema. Agradeço, no entanto, a uma equipa que atualmente está a identificar as prioridades para que as parteiras possam frequentar formação”, referiu.

Márcia Soares apelou ainda que não fosse realizada apenas formação numa só área.

“A capacitação das parteiras não visa apenas apoiar as parturientes, mas também facultar uma visão mais holística para o exercício desta carreira”, concluiu. (res)

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