Arsénio Bano e Armanda Berta discutem pagamento de subsídio a famílias de Oé-Cusse

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DÍLI- O Presidente da Autoridade da Região Administrativa Especial de Oé-Cusse (RAEOA), Arsénio Bano, reuniu-se, esta segunda-feira (15/06), com a Ministra da Solidariedade Social e Inclusão, Armanda Berta, para discutirem o pagamento do subsídio aos agregados familiares deste enclave.

“Em primeiro lugar, quero felicitar a ministra, pois confiaram-lhe o cargo de vice-primeira-ministra. É a primeira mulher a assumir um cargo tão alto em Timor-Leste. Segundo, quero pedir à vice-primeira-ministra que acelere o pagamento do subsídio de 200 dólares aos agregados familiares de Oé-Cusse”, disse.

Segundo Arsénio Paixão Bano, a RAEOA trabalhará em parceria com a equipa do Ministério da Solidariedade, Social e Inclusão (MSSI) para acelerar este pagamento.

“Esta ou na próxima semana, a equipa nacional do Ministério da Solidariedade, Social e Inclusão divulgará informação sobre a preparação do pagamento em Oé-Cusse. Essa grande equipa viajará de barco e, por isso, já pedi à Vice-Primeira-Ministra o seu envio para que possa preparar a formação e coordenar-se com as autoridades locais”, acrescentou.

O líder da região espera, deste modo, que o pagamento do apoio monetário às famílias carenciadas do enclave possa ser finalizado em duas semanas.

“É importante os agregados familiares de Oé-Cusse receberem este subsídio. Não podem apenas ficar a ver na televisão as famílias a nível nacional receberem o apoio”, insistiu.

Segundo Bano, o orçamento de 4 milhões de dólares para o pagamento do apoio monetário a 23 mil famílias da região será transferido, na próxima semana, para a conta bancária do Programa Nacional do Desenvolvimento de Sucos.

Também o Ministério das Finanças (MF) está a aguardar indicações do MSSI para tratar do pagamento dos subsídios na região, revelou Fernando Hanjan.

“O nosso ministério [das Finanças] ainda está a coordenar-se com o Ministério da Solidariedade, Social e Inclusão, que terá de reportar ao Ministério das Finanças para que este possa verificar e efetuar o pagamento. Estamos a aguardar”, afirmou o Ministro das Finanças, Fernando Hanjan, após a reunião com o Primeiro-Ministro, Taur Matan Ruak, esta segunda-feira (15/06), no Palácio do Governo.

Hanjan recordou que o Ministério das Finanças não pode articular diretamente com a RAEOA para o pagamento deste subsídio.

O governante avançou também que já foram executados 60,4% do Fundo Covid-19, a maior fatia canalizada para o apoio monetário aos agregados familiares, onde ainda não se inclui a RAEOA. Os cerca de 61 milhões de dólares americanos restantes serão alocados a outros pagamentos.

“Serão pagas as despesas relativas à hotelaria e catering do Ministério da Saúde, da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), entre outros”, afirmou. (isa)

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