Aluc pede a Governo medidas sérias para cidadãos que entram ilegalmente

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DÍLI – O Diretor do Centro Integrado da Gestão Financeira (CIGC), o Brigadeiro-General João Miranda Aluc, pede ao Governo que sejam criadas medidas mais sérias para cidadãos que entram ilegalmente no país de modo a evitar uma eventual propagação da covid-19 em solo timorense.

Aluc defendeu ainda a necessidade de avançar com mais restrições por considerar que as medidas aplicadas pelo Ministério da Saúde e o número de efetivos destacados nas zonas fronteiriças não são eficientes.

“Um cidadão que entra ilegalmente no país é obrigado apenas a ficar em confinamento. Após 14 dias, juntar-se-á à sua família. Fica assim habituado às entradas ilegais. Além disso, o número da Unidade de Patrulhamento de Fronteira é reduzido, porque a área das fronteiras é muita extensa”, afirmou o Brigadeiro-General, após o encontro com o Primeiro-Ministro, Taur Matan Ruak, na segunda-feira (25/01), no Palácio do Governo.

Por fim, questionado sobre a reabertura do CIGC, João Miranda disse existirem possibilidades da retoma caso se verifique uma evolução significativa do número de infeções. (kyt)

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