A UPM deteve dois cidadãos timorenses e um indonésio em Atapupu

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DÍLI (Timor Post)– A Unidade de Polícia Marítima (UPM), da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL), deteve dois timorenses e um indonésio em Palaka, Posto Administrativo de Atabae, em Bobonaro. Os cidadãos foram detidos num barco vindo de Atapupu.

O Comandante da UPM, o Superintendente Basílio de Jesus, avançou na quinta-feira ao Timor Post que os dois cidadãos timorenses pertencem a um grupo de artes marciais, e foram no dia 16 de agosto à Indonésia para participar na cerimónia de graduação de faixas.

“Adiantou ainda que o cidadão indonésio detido, ajudou os membros do grupo de artes marciais com um barco”, avançou

O Comandante acrescentou ainda que a UPM tomou as medidas necessárias, mantendo os três arguidos na sela da unidade em Atabae.

“Telefonei à equipa de vigilância epidemiológica da covid-19, mas não atenderam a minha chamada. Então, assegurámos uma sela para os arguidos, para depois os entregarmos à equipa de vigilância”, adiantou.

O comandante lembrou, por fim, que, antes de UPM deter os dois cidadãos timorenses, tinha detido uma cidadã na sua residência na aldeia Kuluoan, do Suco Tasilin, Posto Administrativo de Zumalai, em Covalima. Alegadamente esta cidadã terá atravessado a fronteira de forma ilegal. A equipa já assegurou também o isolamento, para evitar a propagação da covid-19.

A somar aos referidos casos, o Comando da Unidade Patrulhamento Fronteira (UPF) da PNTL deteve, na passada quinta-feira, 21 timorenses na aldeia Baer, do suco de Bei Seuk, no Posto Administrativo de Tilomar, de Covalima, também por transposição ilegal da fronteira.

“Os membros da UPF da companhia Bravo detiveram 21 jovens que atravessaram a fronteira ilegalmente, transportando 13 cavalos, em Ribeira Baer, no Município de Covalima”, disse o Comandante da UPF, o Superintendente Euclides Belo, ao Timor Post, via telefone.

O responsável informou ainda que os cidadãos utilizaram uma camioneta para transportar os cavalos. Salientou que os arguidos estão a cumprir quarentena.

O Comandante da PNTL do Município de Covalima, o Superintendente Antônio de Sá, confirmou que os 13 cidadãos estavam a cumprir quarentena depois de o comando municipal ter submetido um processo de justiça, porque violaram a lei de transição da fronteira.

“Efetuaremos um processo de investigação contra os cidadãos que conceberam o negócio ilegal na fronteira. Os 13 estão a cumprir as regras impostas pelo Governo e pela Organização Mundial de Saúde (OMS)”, disse.

O responsável apelou à comunidade perto da fronteira para que coopere com as autoridades de segurança para prevenir a transmissão da covid-19.

“Caso vejam algumas pessoas a atravessar fronteira, têm de informar as forças de segurança”, concluiu. (Jxy)

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